5 DOS MAIS FAMOSOS CRIMES NÃO SOLUCIONADOS

DESDE SALTO DE AVIÃO EM MOVIMENTO, ATÉ MENSAGENS DECODIFICADAS, TEMOS HOJE ALGUNS DOS MISTÉRIOS MAIS FAMOSOS NÃO SOLUCIONADOS.


Crimes podem se dar solucionados por uma variedade de motivos. São os curiosos detalhes de um crime que mostram a verdadeira obsessão dos criminosos. Alguns particularmente violentos, sangrentos, macabros e outros extremamente pitorescos e específicos. O que mais assusta nisso tudo, são os casos que se mantém não solucionados, implicando que os criminosos ainda estão andando por aí, e por que não próximo de nós?


Segundo Jonathan Yardley, crítico do The Washington Post, um crime não solucionado é: uma investigação criminal não resolvida (como de um homicídio ou rapto) que deixou de ser ativamente continuada por falta de provas. Os casos são investigados diligentemente por vários detetives, mas eventualmente abandonados e arquivados.


A matéria tem a finalidade expositora com os curiosos casos de crimes não solucionados, então é importante mencionar que tratando-se de uma lista, não existe nenhuma ordem específica, seja por ordem de dificuldade, provas reunidas, elementos envolvidos, motivações, importância ou qualquer outra coisa. E acredite se quiser, todos os casos tratados na matéria são reais.


Jack, o Estripador


Jack, o Estripador aterrorizou a cidade de Londres no fim do século XIX, matando pelo menos cinco mulheres e mutilando seus corpos de uma maneira incomum, indicando que o assassino tinha um conhecimento substancial da anatomia humana. Todas as cinco mortes atribuídas a Jack aconteceram a uma distância de uma milha (1,6 Km) uma da outra, perto do distrito de Whitechapel, no East End de Londres.


Vários outros assassinatos ocorridos nessa época também foram investigados como autoria de “Leather Apron” (outro apelido dado ao assassino). Apesar de incontáveis investigações alegando evidência definitiva da identidade do assassino brutal, seu nome e o motivo dos assassinatos ainda permanecem desconhecidos.


O caso em andamento - que gerou uma indústria de livros, filmes, séries de TV e turnês históricas - encontrou vários obstáculos como falta de provas, uma gama de desinformação, falso testemunho, e rígidos regulamentos impostos pela Scotland Yard, agência britânica de investigações.


Dália Negra


Em 15 de janeiro de 1947, um morador local encontrou o corpo mutilado de uma jovem em um terreno baldio na South Norton Avenue, perto do Leimert Park de Los Angeles. A vítima tinha 22 anos, Elizabeth Short, natural de Medford, Massachusetts, que queria ser atriz de cinema. Os jornais que cobriram na época apelidaram o caso de “Dália Negra”, em associação ao filme Blue Dahlia, do ano anterior. O apelido se tornou muito mais conhecido do que o próprio nome de Elizabeth.


Apesar de uma longa investigação, durante a qual centenas de policiais interrogaram qualquer um que conseguisse encontrar um contato mínimo com Short, o Departamento de Polícia de Los Angeles nunca prendeu ninguém por seu assassinato e, por fim, o caso foi arquivado.


.O crime ficou eternizado não apenas pela brutalidade, mas principalmente por permanecer até hoje sem solução. O caso teve grande cobertura da mídia, o que levou 59 pessoas a confessar o assassinato. Todas, porém, foram descartadas. Ao todo, 25 suspeitos foram investigados, mas nunca se chegou a uma conclusão.


Mistério das máscaras de chumbo


E chegamos a um mistério em solos tupiniquins. Em 20 de agosto de 1966, um homem de 18 anos chamado Jorge da Costa Alves passava uma tarde que parecia completamente comum empinando uma pipa no Morro do Vintém, em Niterói, no Rio de Janeiro. A trajetória da pipa acabou levando-o a um local com diversas palmeiras altas, onde ele tropeçou em uma cena horrível: um par de corpos lado a lado no chão.


As vestimentas utilizadas pelos dois homens mortos, levou a uma descoberta trágica e verdadeiramente bizarra. Ambos estavam vestidos com ternos cobertos com casacos impermeáveis. Em sua posse, havia duas toalhas e uma garrafa de água vazia - e os rostos do dois homens foram cobertos com máscaras de chumbo nos olhos.


Uma nota foi encontrada em um caderno que um dos homens carregava, mas só aumentou o mistério: "16:30 estar no local acordado, 18:30 ingerir cápsulas, após o efeito proteger os metais esperar pelo sinal da máscara”.

Quando a notícia foi divulgada sobre o achado desconcertante, mais detalhes sobre os homens foram apresentados. Seus nomes eram Manoel Pereira da Cruz e Miguel José Viana e, três dias antes, disseram a seus familiares que precisavam comprar material de trabalho e que se retiraram para a tarde. Em vez disso, eles embarcaram em um ônibus e se dirigiram para Niterói. Os mesmos pararam em um bar, onde compraram a água, a garçonete notou que Viana parecia especialmente nervoso e checava o relógio a todo instante. Quase 50 anos depois, isso é tudo o que sabemos sobre os homens misteriosos e suas máscaras de chumbo.


“Os assassinos do zodíaco”


Um dos assassinos em série mais estranhos e famosos da história dos EUA, começou seu reinado de terror há 50 anos em uma quinta-feira, matando dois adolescentes em uma comunidade da Baía de São Francisco.


O Assassino do Zodíaco foi um assassino em série americano que atuou no Norte da Califórnia durante 10 meses desde o final da década de 1960, e sua identidade permanece desconhecida. O Zodíaco colocou seu nome em uma série de cartas ameaçadoras que enviou à imprensa até o ano de 1974. Em suas cartas incluiu quatro criptogramas, dos quais três ainda não foram decifrados.


O Assassino do Zodíaco matou quatorze vítimas reconhecidas em Benicia, Vallejo, Lago Berryessa, e São Francisco entre dezembro de 1968 e outubro de 1969. Quatro homens e três mulheres entre 16 e 29 anos foram os alvos do assassino. Outras pessoas foram consideradas possíveis vítimas.


Com a falta de precisão no número de vítimas, a incapacidade de decifrar suas cartas criptografadas e a falha na busca de suspeitos, o caso pode ser considerado como um crime perfeito.


A mídia foi cativada pelo assassino do zodíaco por causa de sua relação com a mídia. O zodíaco começou a enviar mensagens codificadas provocando a polícia em vários jornais logo após seu primeiro assassinato. Ele assinou essas cartas com um círculo usando um sinal de mais (+) sobre ele. Ele infamemente enviou uma cifra que dizia: “Este é o zodíaco falando. A propósito, você quebrou a última cifra que lhe enviei? Meu nome é ...” isto foi seguido por uma série de 13 símbolos que deveriam ser seu nome, codificados. Até hoje, esse código não foi quebrado.


O caso do “assassino do zodíaco” permanece sem solução. Embora suspeitos tenham se apresentado - e continuem a se apresentar até hoje - ninguém foi confirmado como o verdadeiro assassino do zodíaco.


“Sequestro do voo 305”


O caso a seguir, é notado como um dos maiores mistérios não resolvidos pela polícia americana. O FBI (Federal Bureau of Investigation), coordenou as buscas e a investigação do caso, portanto, ela dá o tom e a narração da história.


“Na tarde de 24 de novembro de 1971, um homem chamado Dan Cooper se aproximou do balcão da Northwest Orient Airlines em Portland, Oregon. Ele usou dinheiro para comprar um bilhete só de ida no voo 305, com destino a Seattle, Washington. Assim começou um dos grandes mistérios não resolvidos na história.


Cooper era um homem quieto que parecia estar em seus 40 e poucos anos, vestindo um terno com uma gravata preta e camisa branca. Ele pediu uma bebida - bourbon e refrigerante - enquanto o voo estava esperando para decolar. Pouco tempo depois das 15:00, ele entregou à aeromoça uma nota indicando que ele tinha uma bomba na pasta e queria que ela se sentasse com ele. A aeromoça atordoada fez o que lhe foi dito. Abrindo uma maleta barata, Cooper mostrou-lhe um vislumbre de uma massa de fios e varetas vermelhas e exigiu que ela anotasse o que ele lhe dissera.


Logo, ela estava caminhando com uma nova nota para o capitão do avião, onde exigia quatro para quedas e 200 mil dólares em notas de vinte dólares.


Quando o vôo pousou em Seattle, o sequestrador trocou os 36 passageiros do voo pelo dinheiro e pelos paraquedas. Cooper manteve vários membros da tripulação e o avião decolou novamente, ordenado a estabelecer um rumo para a Cidade do México.


Em algum lugar entre Seattle e Reno, um pouco depois das 20h00, o sequestrador fez o incrível: pulou da traseira do avião com um paraquedas e o dinheiro do resgate.


Os pilotos aterrissaram em segurança, mas Cooper havia desaparecido durante a noite e seu destino final continua sendo um mistério até hoje. Assim como na maioria dos casos não resolvidos, a história de D.B. Cooper também foi parar nas telonas, mas teve maior notoriedade na série de televisão Prison Break, onde ele é um prisioneiro na Penitenciária de Fox River, só que ao contrário dos fatos reunidos pelo FBI, D. B. Cooper, foi encontrado e planejava usar o dinheiro que adquiriu no sequestro do voo para a sua fuga, juntamente com Michael Scofield (personagem principal).


Fato curioso sobre o caso, é o “B.” adicionado ao nome, Dan Cooper não possui mais nenhum sobrenome, o “B” foi apenas um erro de digitação do maior meio de divulgação do mistério.

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